De acordo com Plotino (filósofo grego do século III dC), o “UM” é a realidade e a Fonte última de toda existência (Yael, 2006). Filo de Alexandria (filósofo judeu-egípcio nascido durante o século I aC) considerou o número “UM” como o número de Deus e a base para todos os números (“De Allegoriis Legum“, ii.12 [i.66]). Como todas as verdades, a natureza fundamental do “UM” é recorrente no tempo. Um exemplo é a evolução do signo escrito 1. Como a imagem abaixo mostra, começou com uma linha horizontal usada pelos indianos, e transformou-se e evoluiu até que surgiu novamente como uma linha, desta vez vertical. A busca pelo significado do “UM” está em curso ainda nos dias de hoje. Por exemplo, no início do século passado, o matemático e génio místico Ramanujan acreditava que todas as unidades emergiam do produto entre o zero e o infinito (Saymal e Ravi, 2016). E, no que a isso diz respeito, quem somos nós para questionar o homem que conheceu o infinito.
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